O primeiro poema

Um sorriso perdido encantado voando livre
em um olhar assim meio de lado
brincando feliz com o mundo.

A lua cheia de luz fala uma língua só pra gente
não contente põe lábios na brisa
beija a pele da noite
e nos toca assim desse jeito.

No teto aberto do céu
no reflexo de cada estrela, no meio das nuvens,
contamos mais um coração cadente lá no alto se arriscando
querendo muito viver.

E aqui na terra, amor, você se mexe dengosa
e tudo, tudo, tudo pára pra você existir
o tempo admirado prende a respiração
e eu (em silêncio) não preciso de absolutamente mais nada.

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