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Estou ficando impaciente. Não é o tempo. 
e alguma coisa me diz que não é a vida.
Ainda quero salvar o mundo.
Contra o dia ainda vou menino com todas as minhas espadas e balas de prata, 
lasers, pós, crucifixos, papel, caneta e sonhos
Nem o umbigo acho que eu soltei da lua.
Não.
Nunca tirei meu olhar do universo da rua...
De onde eu vim, lá do fundo das coisas, 
o que mais existem são portas, 
não falta o que me transporta.
É.
Quem sabe é o calor.
O amor.
O peso dos meus pensamentos na ladeira,
A comercial corrida louca para essa beira
de lugar nenhum
Talvez,
Estou ficando impaciente por saber não ter como saciar, medir, matar essa sede
O nome ou a medida
Dessa coisa totalmente espantosa que algum Deus louco resolveu soprar junto com a vida.

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