Poema que veio sem querer

E nem vi que foi metade de um Novembro,
já quase Dezembro
Já quase Natal,
quase Ano Novo de novo,
E o povo ainda nessa idade média
de desastres, atentados, guerras
preconceitos ao frágil, ao pouco, ao sensível e ao diferente
Já quase futuro,
Já tudo
mais rápido e ao mesmo tempo...
Qual o instrumento?
Se não a música do coração
O que nos tocará
Agora?

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