Gestão de riscos

Paro novamente o elevador do tempo apenas com palavras

Entro na cabine descalço

O Chão é de areia

A porta não tem lógica

As vezes abre para o outro lado

Sem avisar

Nem sempre volto

Inteiro

Saio sempre sem saber como voltar

Isso de nascer com fome

Mexe com a alma da gente

Sina, destino, sorte não sei se importa o nome

A indicação do nível, placas ou andar

Sei que sempre aperto o botão

E

Deixo o elevador seguir

Ele ainda tem de carregar sentidos para outros mundos e eu só estou de passagem.

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